Ori

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Para termos ideia quanto à importância e precedência do ORI em relação aos demais ORISA. O que é então ORI, de que a natureza é constituída e qual o seu papel na vida do homem?

Em primeiro lugar, acredita-se que o corpo humano é constituído de duas partes: a cabeça e o suporte – ORI e APERE. Acredita-se que este corpo adquire existência na medida em que recebe de OLODUNMARE o sopro vivificador – o EMI. Este sopro foi o agente do processo da criação em seu primeiro momento e tem sido o responsável pela geração e continuidade de toda a vida no universo.

Este modelo descrito e de entendimento abrangente para todas as formas de vida é repetido no ser humano. A cabeça e o seu suporte, ORI-APERE são formados a partir dos elementos matrizes, enquanto o ORI-INU, interior, representa, na sua constituição, uma combinação de elementos, porções de matéria-massa que é particularizada durante o processo de modelagem de cada ORI. Ele é único e, por conta disso, particulariza e dá individualização à existência. Essa combinação “química” definirá parte das relações do homem com o mundo sobrenatural e a religião, na medida em que determina o seu ELEDA, ORISA – símbolo do elemento cósmico de formação, a que chamamos, adiante, de IPORI, daquele ORI-INU em particular.

No Brasil vimos, com certa freqüência, o ELEDA ser chamado de ORISA-ORI, simplificação da relação aqui exposta. ELEDA segundo Juana Elbein dos Santos em Os Nagô e a Morte, “se refere à entidade sobrenatural, à matéria-massa que desprendeu uma porção da mesma para criar um ORI, conseqüentemente Criador de cabeças individuais…” Segundo a autora também, “A espécie de material com o qual são modelados os ORI individuais indicará que tipo de trabalho é mais conveniente, proporcionando satisfação e permitindo a cada um alcançar prosperidade. Indica também as interdições – EWO – aquilo que lhe é proibido comer, por causa do elemento com o qual o seu ORI foi modelado”. Ou seja, os EWO representam a proibição de que o indivíduo “coma” alimentos que contenham a mesma “matéria” da qual foi retirada uma porção para modelagem do seu ORI. A não observância da interdição traduz-se por uma disfunção energética de conseqüências profundamente negativas para o equilíbrio do indivíduo, seja do ponto de vista orgânico, seja do ponto de vista do mundo emocional, seja quanto as suas condições de realização do “programa” particular de existência. Falamos até aqui sobre a natureza e a constituição do ORI. Agora, qual o seu papel na vida do homem? O conceito de ORI está intimamente ligado ao conceito de destino pessoal e à instrumentalização do homem para a realização deste destino.

É necessário entender, assim, que AIYE e ORUN constituem uma unidade e, enquanto expressões de dois níveis de existência, são inseparáveis e complementares. Essa unidade é simbolizada pelo IGBA-ODU, cabaça formada de duas metades unidas onde a parte inferior representa o AIYE e a parte superior representa o ORUN. No interior, os “elementos indispensáveis à existência individualizada”. Poderia ser representada por uma figura e sua imagem refletida no espelho – há plena identidade entre elas, uma é apenas a imagem invertida da outra. Podemos dizer nessa figuração que o AIYE é a imagem refletida do ORUN.

Essa analogia provavelmente explica a situação conhecida de que os ODU, quando vieram do ORUN para o AIYE, tiveram sua ordem de precedência invertida.

Ou seja, muito embora no AIYE considere-se EJIOGBE MEJI como o mais antigo dos ODU, todo Babalawo saúda OFUN MEJI, ou ORANGUN MEJI como é também conhecido, em sua realeza, dizendo: eepa ODU!, louvando assim sua antiguidade e sua precedência efetiva.

Temos assim que toda existência no AIYE reflete uma realidade anterior existente no ORUN. A existência no AIYE implica em processar-se uma “modelagem” anterior no ORUN, a partir da qual porções de matérias-massas que constituem a base da existência genérica são tomadas em fragmentos particulares e vão constituir a manifestação dessa existência em forma individualizada no AIYE.

Esses elementos matrizes possuem, por consequência, dupla existência: uma parcela presente no ORUN e a outra parcela dando vitalidade ou formação às diferentes partes que formam a “realidade” individualizada de vida. A esses fragmentos particulares retirados da massa genitora chamamos IPORI e é ele, IPORI, que determinará o ORISA que cada indivíduo cultuará no AIYE, condicionando também sua instrumentalização particular na relação com a vida e o repertório possível de escolhas que possa realizar.

Aqui é importante reforçarmos que ORUN não tem o mesmo significado que céu, assim como AIYE não tem a mesma representação que terra. ORUN – AIYE nos trazem conceitos muito diferentes do binômio céu – terra a que possamos ter nos acostumado pelas condições sincréticas que a religião dos ORISA terminou por apresentar no Brasil. Ao par céu – terra correspondem os conceitos de SANMO – ILE.

Todo ORI, embora criado bom, acha-se sujeito a mudanças. Vimos que feiticeiros, bruxas, homens maus e a própria conduta podem transformar negativamente um ORI, sendo sinal dessa transformação uma cadeia interminável de infelicidades na vida de um homem a despeito de seus esforços para melhorar.

O ORI, entidade parcialmente independente, considerado uma divindade em si próprio, é cultuado entre outras divindades, recebendo oferendas e orações. Quando ORI INU está bem, todo o ser do homem está em boas condições.

Como foi dito, nossos ORI espirituais são por eles mesmos subdivididos em dois elementos: APARI-INU e ORI APERE – APARI-INU representa o caráter (natureza), ORI APERE representa o destino.

Um indivíduo pode vir para a terra com um destino maravilhoso, mas se ele ou ela vem com mau caráter (natureza), a probabilidade de desempenho (cumprimento, execução) desse destino é severamente comprometida.

O destino também pode ser afetado, então, pelo caráter da própria pessoa. Um bom destino deve ser sustentado por um bom caráter.

Este é como uma divindade: se bem cultuado concede sua proteção. Assim, o destino humano pode ser arruinado pela ação do homem. IWA RE LAYE YII NI YOO DA O LEJO, ou seja, – “Seu caráter, na terra, proferirá sentença contra você”.

O nome IPIN está igualmente associado à ORUNMILA, conhecido como ELERI-IPIN – o Senhor do Destino e que é aquele que esteve presente no momento da criação. Conhecendo todos os ORI, assistindo o compromisso do homem com seu destino, os objetivos de cada um no momento de sua vinda para o AIYE, o programa particular de desenvolvimento de cada ser humano e sua instrumentalização para o cumprimento desse programa.

ORUNMILA conhece todos os destinos humanos e procura ajudar os homens a trilhar seus verdadeiros caminhos. Temos, assim, que um dos papeis mais importantes de IFA em relação ao homem, além de ser o intérprete da relação entre os ORISA e o homem, é o de ser o intermediário entre cada um e o seu ORI, entre cada homem e os desejos de seu ORI. Apenas como registro, é preciso entender que esse mesmo papel ORUNMILA tem na relação com os demais ORISA, sendo o intermediário entre cada um e o seu ORI. E ORUNMILA, Ele mesmo, consulta IFA!

Nos momentos de crise, a consulta ao oráculo de IFA permite acesso a instruções a respeito dos procedimentos desejáveis, sendo considerados bons procedimentos os que não entram em desacordo com os propósitos do ORI.

O ser que cumpre integralmente seu IPIN-ORI (destino do ORI), amadurece para a morte e, recebendo os ritos fúnebres adequados, alcança a condição de ancestral ao passar do AIYE para o ORUN.

Há a crença na existência de duas áreas ocupadas por espíritos dos mortos: ORUN RERE – o bom “céu”, habitado pelas divindades e ancestrais, e ORUN APAADI – o “céu” de muitas infelicidades, habitado pelos infelizes que sofreram má sorte e pelos maus, julgados pelo Ser Supremo, segundo o ser caráter. Estes últimos ficam condenados à solidão e ao esquecimento, sem direito a lembrança ou a aparecerem em sonhos e visões – morrem totalmente.

ORUN RERE, por outro lado, é prazeroso e sereno, vivendo os espíritos numa comunidade composta de parentes e amigos. Podem também permanecer junto aos familiares e intervir em suas atividades diárias, sendo-lhes permitido reencarnar em alguma criança nascida no âmbito familiar.

A respeito do ORI, resta ainda lembrar que se trata de uma divindade pessoal, a mais interessada de todas no bem estarem de seu devoto. Se o ORI de um homem não simpatiza com sua causa, aquilo que ele deseja não pode ser concedido nem por OLODUNMARE, nem pelos ORISA.

Da mesma forma se o caráter de um indivíduo é mau, sua escolha de destino pode não se realizar. Se nossa situação é realmente de um mau destino, e não é uma conseqüência de nosso caráter ou comportamento, então nosso ORI-APERE precisa ser apaziguado. Oferendas prescritas ou rituais devem ser realizadas para nos trazer de volta a um alinhamento saudável.

Considera-se vital para todo homem recorrer a IFA, sistema divinatório de consulta a ORUNMILA, a intervalos regulares para tomar conhecimento do que agrada ou desagrada o próprio ORI. Enquanto intermediário entre a pessoa e as divindades ( entre as quais o próprio ORI ) IFA não apenas informa sobre os desejos divinos mas também conduz os sacrifícios ofertados às divindades para que estas possam cumprir seu papel: ajudar os ORI a conduzirem as pessoas à realização do próprio destino.

Se as coisas estão indo mal em sua vida, antes de apontar um dedo acusador para as bruxas, para feitiços ou para seus inimigos, examine sua natureza.

Se Você tem por hábito maltratar as pessoas ou não considerar seus sentimentos, não procure qualquer felicidade ou sorte em sua vida, não importando o quanto Você possa ser bem sucedido materialmente.

Se, por outro lado, Você ajuda os outros e dá felicidade a eles, sua vida será cheia, não só de riquezas mas também de alegria e felicidade. No entanto, lembre-se, é decididamente muito mais fácil alterar seus destinos do que sua natureza.

-Por toda parte onde ORI seja próspero, deixe-me estar incluído.

-Por toda parte onde ORI seja fértil, deixe-me estar incluído.

-Por toda parte onde ORI tenha todas as coisas boas da vida, deixe-me estar incluído.

-ORI, coloque-me em boa situação na vida.

-Que meus pés me conduzam para onde as coisas me sejam favoráveis.

-Para onde IFA está me levando eu nunca sei Jogaram para Assore no início de sua vida.

-Se há qualquer condição melhor do que aquela em que estou no presente.

O debate filosófico sobre a natureza das crenças em Ori humano na tradicional Yorùbá tem agora, por vezes, sido controverso. Várias interpretações foram dadas por diversos filósofos Africanos sobre a natureza e os sentidos de orientações do destino humano em Yorùbá. O pensamento destas interpretações foi, em sintonia com fatalismo, predestinada e determinada. Contrariamente a estes contos filosóficos, estabelece que os conceitos de Ori e humanos no destino tradicional Yorùbá se encaixam no determinismo. Essa interpretação e argumentos podem ajudar a cuidar das incoerências associadas ao conceito de Ori. O Yorùbá constitui um dos principais grupos étnicos da Nigéria. Em Ogun, Ondó, Oyo, Ekiti e Lagos. Além da Nigéria, o Yorùbá também é encontrado em grandes números, na parte sul – Oriental da República Benin, Togo e Daomé na África Ocidental, a Oeste com a Índia e a África do Sul. Existe também uma florescente cultura Yoruba na América do Sul e no Caribe, principalmente no Brasil e Cuba onde os descendentes de imigrantes dispostos para o novo mundo tem sido capaz de manter – lá e guardá-la suas identidades culturais e patrimoniais. Enquanto os Yoruba estão dispersos por todo o mundo, estes conhecimentos também estão espalhados na mesma proporção e não centralizado mais na Nigéria. Estes povos praticam suas crenças de maneira um pouco diferente uns dos outros que de todas as formas são reconhecidas, aceitas com eficácia e não tento discriminações entre eles, á vendo o respeito cultural entre as famílias religiosas Nigerianas. A razão para esta escolha é que a casa ancestral do Yoruba na Nigéria ainda há vestígios da sua origem onde a cultura vive melhor. O Yoruba tem em sua linhagem atribuída a Oduduwa onde é o berço da civilização em Ile-Ife.

Entre as diferentes crenças da existência humana, há estudos filosóficos desenvolvidos como conceitos culturais de cada região da África, a polêmica em torno do significado natural, são relevantes nos conceitos desta cultura. Seguindo orientações, tenho sido instigado por longo estudo profundo sobre tema. O problema filosófico em torno destas orientações está ligado às diferentes formas de histórias contadas oralmente por este povo. Talvez este pensamento nada tenha a ver com o significado ou qualquer relevância dos conhecimentos deste conceito, individualmente associados a uma religião. Claramente, não há controvérsia sobre o significado conceitual e importância dos conceitos.

Porém, enquanto as discussões sobre a sua realidade metafísica são inconclusivas, e são essencialmente controversas, aparentemente estão em acordo com a realidade da crença na orientação deste destino humano entre o tradicional e Yoruba. O problema em torno do conceito e orientação é centro de uma discussão filosófico natural, ninguém pode afirmar que seus próprios conceitos relacionados a este tema estejam certos ou errados, o importante é que temos o dever e a obrigação de respeitar as opiniões e os conceitos individuais. Este tema será um exercício intelectual gratificante e trará uma contribuição para compreensão das questões cruciais em torno dos conceitos relacionados à religião e sua cultura que vão, além disso, analisando as suas áreas de acordo e pontos de partida. A mera análise conceitual, enigmas ou opiniões da literatura sobre o tema é mais para estabelecer e reforçar o argumento de que o determinismo Yoruba é na sua compreensão da crença.

Embora a plausibilidade dessa tese, muito amplo na sua totalidade podendo parecer absurdas, bizarra ou passiva de crítico, os Yoruba tão noções e orientação do destino humano no âmbito do fatalismo e determinismo, este tipo de palavra Ori em Yoruba, orientada, literalmente traduzida, significa simplesmente ‘cabeça’. No entanto, dar a nossa da discussão sobre a concessão de destino. Ori Inú e traduzidos, interior e espiritual da cabeça, Ori é o elemento responsável por uma personalidade da pessoa humana e representa destino. Ori, uma entidade imaterial, ligada com o destino humana. É responsável pela atualidade e vale do homem no mundo material. Pelo Yoruba, acredita-se ser orientada não apenas o portador do destino, mas também a ser a essência da personalidade humana que regras, controlam e orienta a vida e as atividades da pessoa. É o guardião ancestral alma, com o seu físico como a simbolização física cabeça. Tendo em conta esta consideração, orientada não é nada menos do que o Yoruba chamada Ipin ou Oke-ipori. Como um Ipin, o Yoruba. Consideramos que cada indivíduo tem a responsabilidade moral de proteger e estar em boas relações com as suas orientações, para seu destino entrar em fácil contentamento. Como Oke-Ipori, Ori é considerado como um Orisa em si mesmo pela Yoruba.

Ori é considerado como um Deus individual onde cuida do interesse pessoal, enquanto o Orisa existe para o interesse de uma coletividade, por esta razão, qualquer que seja a orientação e não sanção, todavia nem uma Orisa ou o próprio Olodumare (Deus) não vão de encontro. E sim, respeitando o livre arbítrio de cada Ori, com isto qualquer pedido que e feito por uma pessoa a um Orisa ou qualquer Deus, por mais simples que seja o pedido que não tenha sido sancionado por seu próprio Ori.

O destino ou predestinação é a acreditar que quer que aconteça ou venha a acontecer no futuro, foi predestinado e acontecerá de acordo com o destino de cada um. É a crença de cada pessoa tem a sua biografia escrita antes de vir ao mundo o que conseqüentemente implica uma coisa que não é algo feito de livre vontade, mas feito em cumprimento ao predestinado da história. Essa crença é acreditada, e atribuída a pré-existência física, todos os eventos que, possivelmente poderia ter lugar em uma existência terrena do homem. Introduz o princípio do esforço individual, encapsulado em uma potencialidade e orientação, como um símbolo de poder, mobilidade e atividade, essa é uma parte essencial da personalidade humana, tanto na física como na espiritual, o misterioso destino, na crença se acredita poder para ou controlar eventos humanos.

Vamos considerar a noção de fatalismo, é a crença de que, qualquer coisa que acontece não poderia ter sido outra. Em outras palavras, certos eventos são tais que não podem ocorrer, mas não importando o que aconteça. Fatalismo por implicação não permitir o possível esforços autocríticos e auto-envolvimento. Como um resultado, uma fatalista ver às coisas com uma mente perturbadas e não tem nenhum sentimento de culpa por não te responsabilidade moral, uma vez que tudo não estiver dentro do seu controle. O que vai acontecer, vai acontecer. Dizer que o futuro vai ser de certa forma natural, independentemente do que fazemos, e que, portanto, não há nenhum ponto na nossa tentativa de fazer alguma coisa sobre isso. Determinismo é simplesmente a tese de que cada caso, com relação ao passado, presentes ou futuros, tem uma causa. É mais de uma abordagem científica, através dela, nós podemos prever o resultado de um evento se soubermos o necessário, e suficientes condições causais. Em outras palavras, determinismo é a opinião de que tudo o que ocorre no universo deve ser o efeito de uma causa, produzindo independentes das condições por aquilo que lhe deram na sua existência. Alguns deterministas especificar a natureza das causas para os eventos. Outros deixam em aberto a questão de que tipos de coisas que poderiam ser ocasionada dos acontecimentos que deve ter uma causa. No entanto, existem dois tipos de determinismo: duro e macio. O determinismo duro não permite a liberdade ao mesmo tempo suave, determinismo dá espaço para a liberdade.

Argumenta que o homem não tem controle sobre suas próprias idéias ou processos de decisão. Enquanto o homem entende e age como um agente livre em certo momento ele não vê nada que coloca obstáculos às suas ações, contra essa suposta crença, qualquer que seja a forma que o homem age, ele irá agir necessariamente, de acordo com os motivos pelos quais que deve ser determinado. Basicamente, para ele não alegação de que determinismo a verdadeiro, porém, que é compatível com a liberdade humana, e que, de facto, a liberdade pressupõe determinismo.

Liberdade significa simplesmente livre. Tolher esta liberdade por imposição, submissão, aprisionamento e constrangimento impondo nas pessoas um medo de formas variáveis, vivemos num mundo repleto de condições e circunstâncias, coibir isto tornam as vontades humanas irrelevantes na suas decisões e ações. Assim, para o destino, uma ação pode ser causada, e implica em uma atitude humana. Para as ações que não têm nenhum motivo, eles estão livres, explicável e nada mais do que puro acidente ou azar, cujos agentes dificilmente pode ser realizado moralmente responsável. Nos não podemos e nem temos o direito de constranger uma pessoa a fazer determinadas situações simplesmente por vontade própria, nascemos livres e assim tem que ser o direto de ir e vir.

A partir do esclarecimento conceitual acima, existe a necessidade, talvez, chamar os principais pontos de diferença e relação entre os conceitos de fatalismo, determinismo, indeterminem e predestinação. Como disse anteriormente duro determinismo contradiz a opinião de que os seres humanos são livres e que suporta todas as ações humanas e os eventos no universo que são causados; se estas causas são conhecidas ou não é uma questão diferente. Relacionado com este ponto de vista de difícil determinismo é fatalismo, que também concorda que tudo que acontece tem uma causar. Mas essa é uma causa com base no argumento de que o homem não tem a força de vontade para mudar o curso dos acontecimentos. O ponto é que o passado, presente e futuras ações e eventos tinha sido fixado em que não há esforço humano que poderá alterar-los. Ao contrário do determinista que especifique a natureza das causas dos acontecimentos, por exemplo, psicologia, a sociologia, a metafísica, economia, história, ciências etc., o fatalismo. Enquanto alguns eventos nosso presente ações ou opções não constituir parte da rede de causalidade fatalismo, na realidade, eles fazem para determinismo. Na mesma linha, um fatalista diferentemente um predestinação não tem qualquer teoria em tudo, sobre se existe um espírito divino ou alguma coisa misteriosa pode nos bastidores orientando todo o show (Nelson 1971: 53). Como sábio, um determinista precisa assumir que não existe um agente intencional ou forçar para tal, as ordens naturais no mundo varia em determinada maneira. Como um determinista, ele comete o erro por si só, para a crença de que qualquer evento ou ação em certas condições, tal e tal, deve acontecer. Nesta perspectiva, podemos inferir que uma predestinação é essencialmente um fatalista ou determinista. No entanto, o fato de ser fatalista ou determinista não necessariamente uma predestinação. Acredita que as ações humanas são produtos de puro acidente ou azar, não causa; nenhuma explicação e, de fato, responsabilidade moral.

As discussões filosóficas sobre os conceitos de orientação e sua conexão com destino humano apresentaram as maiores oportunidades para ambos os individuais especulação e as maiores dificuldades de interpretação nas apropiada. A natureza metafísica do tradicional Yoruba na crença de orientação e destino humano tem sido interpretada por muitos estudiosos e alegou estar em harmonia com os dogmas do fatalismo e duros determinismos. No entanto, antes de desenrolar a orientação do seu argumento, não há necessidade de estado, talvez a idéia de aquisição de orientação e a sua relevância para o destino humano metafísico em Yoruba pensamento sistema. Existem vários mitos sobre os métodos de aquisição de orientação em Yoruba pensamento. Embora não seja exaustivo embarcar em um exame explícito destes mitos em um documento dessa natureza, os principais pontos centrais serão delineados. Segundo os Yoruba, acredita-se que antes de vir para o mundo, todo mundo foi obrigado a ir e escolher uma orientação entre um grande número de Ori Ajala armazenados em seu armazém. Ajala (Um oleiro) tem o dever de moldagem cabeça humana. O processo de criação humana não está completo sem ele. Embora Orisanla (arco-divindade) é entendida pelo Yoruba de ser o fabricante de ara (corpo), que mais tarde passa a vida a figura Olodumare (Supremo Divindade) para ponha IME (entidade que dá vida), Ajala é responsável pela criação de Ori, Ajala é um qualificados oleiro, um bêbado, um devedor e um irresponsável e negligente criatura (Morakinyo 1983: 78). Em todo o caso, através do seu Ajala proferis carelessness é responsável pela moldagem chefes de diferentes formas e qualidades (algumas são boas e muitos são maus). Na casa de Ajala, cada homem faz uma escolha do próprio. É importante notar que Ajala, a entidade que modos orientados, exercem um importante estatuto no Yorubas cosmologia. No entanto, tal como expressa no Ifa poemas e muitas outras antigas Yoruba escrituras, Ajala não é um Orisa (divindade). Isto é compreensível quando se percebe que em todas as entidades sobrenaturais em Yoruba religião são os deuses, deusas, Orisa ou divindades.

A ênfase na cabeça (Ori) em Yoruba vai além de sua importância biológica como o assento do cérebro que controla o corpo. Revela a natureza que identifica o Ser Supremo, Olodumare, como a cabeça de um de deidades chamada Òrìsà que age como os agentes de seu poder habilitando (àse). Este Ser Supremo às vezes é chamado Oba Orun, o Rei de Céu, e Olu Iwa, Deus / Cabaça de Existência.

Olodumare é refletido nas declarações comuns Ori eis ni de da, enikan o ‘ d’Ori o (é a Cabeça que nos criou; ninguém criou a Cabeça) e eni de Ori, eni de Eleda (A pessoa é cabeça é a pessoa é o criador). Como indicam estas declarações, a posição da cabeça física ressona no sistema de Yoruba tradicional de governo. Por exemplo, todos os sócios de uma família extensa que vive junto estão debaixo da autoridade da cabeça de uma combinação (ilé de Baálè) na qual eles vivem e todas as cabeças de combinação são responsáveis a uma cabeça de distrito (adugbo de Olori). Qualquer assunto que os posteriores não puderam solucionar recorreria a uma autoridade mais alta como a cabeça de aldeia (Báálé ou Olu). Ao topo desta hierarquia é o Oba, um rei divino, padre alto e a regra de uma determinada cidade que é ajudada por um conselho de anciões ou chefes. Assim a cabeça é a um indivíduo o que Olodumare é ao cosmo e um rei ao corpo prudente-uma fonte de poder para entender a significação desta metáfora completamente, deve ser notado que o Yoruba criação mito localiza a origem do corpo humano a uma escultura arquetípica (antes que) modelada pela artista-deidade Obatala e então ativou pela respiração divina (emi) de Olodumare, situado na cabeça da escultura. Este processo criativo acontece dentro do corpo de uma mulher grávida e objetos pegados aproximadamente nove meses amadurecer. De acordo com o mito, todo indivíduo, antes de nascer no mundo físico, tem que proceder ao seminário de Ifá ensina que quando o interior humano experimenta um alinhamento com os Òrìsà, acontece uma conexão equilibrada entre o ser espiritual, físico e emocional. Esta experiência é descrita como um evento de alegria que motiva ao corpo inteiro e o celebro por meio do movimento. Isto está em constratando com a percepção habitual ocidental da interação com o Espírito que normalmente está baseado no medo, a suspeita e o desejo de manter o “autocontrol.”

Durante as maiorias das cerimônias dedica a Òrìsà o movimento alegrado que se tornando uma dança coletiva onde aconteça na frente a uma esteira. No culto de Ifá, a esteira é considerada um espaço sagrado. É o lugar onde interlegitua o Reino do Espírito e o Reino da Terra. Quando um Bàbàlàwo danças para um Òrìsà em frente a uma esteira está rendendo à omenagem e a possibilidade de uma posse Espíritual. A experiência de posse para um Espírito não é a intrusão de alguma entidade estranha. Da perspectiva de Ifá, a posse para um Espírito é um elemento fundamental na integração do interior humando. Este ponto de vista sugere que esteira seja um portal que permite o acesso humano à dimensão invisível da influência Espiritual.

De um ponto de vista simbólico, a esteira representa a inter-relação entre todas as coisas que existem no universo. Dançar em frente a uma esteira é um reconhecimento cerimonial da convicção que dentro do útero da Criação, tudo está conectado. As linhas de todos os modos de vida são representadas pelas fibras entrelaçadas que eles compõem o tecido inteiro da esteira. O conceito da vida, da mesma maneira que o Ifá expresso, não é limitado à vida animal. É acreditado que todas as coisas que existem no mundo têm Orí que significa “consciência.”

Entender as dinâmicas da transformação espiritual completamente uma explicação dos elementos, era exigido que integra o Tìkara-eni. De acordo com Ifá, o interior humano é uma integração das influências de altar, ègbè, orì, orì-inú, ìpònrí e òjíjì.

A função na maioria dos modos de transe usado em Ifá é elevar a consciência individual além da experiência humana, para gera todos os ciclos de reencarnação. Este é um conceito difícil de expressar em condições objetivas, mas é um conceito que cresce em claridade como um indivíduo desenvolve a capacidade para trabalhar como médio para Òrìsà.

Quando um iniciado começar a capturar o significado de Ìpònrí completamente, acrescenta uma dimensão à convicção Ifá que quando a vida de outra pessoa melhorar, a vida de tudo melhora. A fundação metafísica para esta convicção é aquele Ìpònrí é arraigado a Odù e eles são arraigados à Fonte da Criação que faz a todas as coisas uma extensão do Um

Ajalamopin, o oleiro divino, escolher um de vários Ori Inu indiferenciado, já feito, ou “cabeças internas” à mostra no seminário de Ajalamopin. Cada cabeça interna contém o àse de Olodumare (poder habilitando) e o um escolhida por um indivíduo predetermina seu lote (ipin) no mundo físico. Conseqüentemente o slogan de Yoruba popular, Orilonise, “A pessoa é sucesso ou fracasso em vida depende da cabeça.”

Religião de Yoruba focaliza na adoração do òrìsà por causa da convicção que eles agem em nome de Olodumare que também é exaltado para ser chegado diretamente. Ainda Olodumare é indiretamente envolvido na vida cotidiana de um indivíduo por seu Ori Inu que também é chamado Ori Apere, Asiniwaye (cabeça Venerável, a pessoa é espírito guardião no mundo físico). Assim, no passado, todo adulto Yoruba dedicou um altar ao Ori Inu. A prática continua hoje nas áreas rurais. Ibori chamado, este altar é um objeto coniforme que contém pó de adivinhação (iyerosun) misturado com terra na qual um adivinhador cantou encantamentos sagrados e versos pretendeu atrair sorte a seu dono. É encaixado em couro e adornado com conchas de cauri (eyo de owo). O ibori é mantido em um recipiente coroa-amoldado chamado ori de ile (casa da cabeça) que pode ser adornado prodigamente com tantos quanto 12,000 conchas de cauri. O tamanho e ornato do recipiente dependem do estado social ou econômico de seu dono. É ao ibori que um individual oferece presentes e orações todas as manhãs antes de virar ao òrìsà familiar, sublinhando a preeminência de Olodumare quem a cabeça interna representa em um indivíduo novamente. Conseqüentemente a declaração popular, Ko s’òrìsà ti i da ni i gbe lehin ori eni (Nenhum òrìsà podem ajudar um indivíduo sem o consentimento do dele ou a cabeça dela) O òrìsà que é dito que eles são assunto ao próprio Ori deles/delas, enquanto significando isso apesar da popularidade deles/delas como os agentes ou manifestações de àse, eles têm a habilidade para só ajudar já um indivíduo dentro dos limites predeterminada por Olodumare (o senhor), a Última Cabeça. Embora a cabeça física é altamente estimada por causa de sua importância social e biológica como um local de percepção, comunicação e identidade, é considerado não mais que a concha exterior para a cabeça interna. É chamado Ode de Ori (cabeça externa). É expressado o desejo para harmonia entre os dois aspectos da cabeça na oração popular, Ori inu mi ko ma ba ti ode je (maio minha cabeça interna não deteriora meu exterior). O grau de realismo em arte de retratista de Yoruba depende em qual aspecto está sendo enfatizado. Naturalismo está favorecido em a maioria das esculturas pretendeu recordar a semelhança física de um indivíduo, como a terracota e cabeças de bronze de Ife, como também as efígies de segundo-enterro de ako que marcam o último aparecimento simbólico de um antepassado falecido entre o sustento. Esculturas colocaram em altares para comunicar com o òrìsà ou os álcoóis de morto antepassados, é estilizado freqüentemente intencionalmente para enfatizar o estado de não-material deles/delas de existência, até mesmo se eles têm uma essência humana. A importância da cabeça é aparente em representações naturalistas e estilizadas, não só por seu tamanho mas também pelo tratamento detalhado e elaborado do penteado que freqüentemente sobe como uma coroa enquanto proclamando o domínio da cabeça em cima do corpo. O Yoruba às vezes recorre a sapiens de Homo como Eda, Omo Adáríhurun (Humanidade, as espécies que cultivam cabelo principalmente na cabeça), em parte porque o corpo humano não está coberto com cabelo assim dos animais inferiores, e em parte porque o cabelo que cresce na parte inferior do abdômen está normalmente coberto através de vestido. Só o cabelo na cabeça humana e face é notável. O cabelo na cabeça (irun Orí) é comparado freqüentemente para um arvoredo que deve ser mantido bem para consagrar o santuário que a cabeça física constitui para o Ori Inu, a cabeça interna. Isto é por que as mulheres de Yoruba consideraram corte de cabelos tradicionalmente como uma marca de honra para a cabeça interna, além de sua significação social. O Yoruba criação mito identifica o corpo humano como uma obra de arte produziu pela artista-deidade Obatala. Uma implicação do mito é que o corpo humano encapsula àse, o poder especial que continuamente inspira e sustenta o “testamento humano para adornar”, como também o manifesto de criatividade no visual, executando e artes aplicadas. É responsável para transformar muito do que era uma vez uma selva na civilização isto é hoje. É pertinente a nota que a palavra de Yoruba porque civilização é òlàjú como o qual pode ser se separado etimologicamente o-là = cortar, ojú = face / cabeça, quer dizer, dar a terra uma face humana.” Em outro palavra, o Yoruba não só redesenhou o hábitat deles/delas, eles personificaram a terra como uma deusa beleza-consciente cujo cognome é Ilè, Ogere, UM yeri de f’oko (Terra, a deusa que penteia o cabelo dela com uma enxada), uma insinuação para a agricultura e construindo atividades que continuamente amoldam e reformam o ambiente humano. abaixo. É pensado que a terra, como uma deusa, tem dois aspectos, o duro (negativo) e o macio (positivo). Estes são representados por macho casado e figuras femininas, respectivamente. A cidade (ilú) denota os ordenaram, culto e previsível, e a selva (igbó) o unordered, inculto e imprevisível. Justamente por isso, um de modo lamacento a pessoa vestido é ridicularizada como oko de ara (literalmente criatura de arbusto), cabelo desleixado é comparado a uma selva e o indivíduo interessou está facilmente enganado para um psicopata. Ser socialmente aceitável é ser cuidado bem, atenção especial proveitosa para a pessoa é comportamento, roupas e cabelo. Isto responde pela ênfase em aparecimento em cultura de Yoruba. É acreditado que levando bom ao cuidado da pessoa é que cabelo é um modo indireto de esfregar favor com a pessoa é Ori Inu. Assim, o Yoruba criou uma gama extensiva de penteados que não só refletem a primazia da cabeça mas também comunicam gosto, estado, ocupação e poder, temporal e espiritual. Pode ser respigada a riqueza da tradição de máscaras de Yoruba e esculturas de figura que serão usadas para ilustrar os estilos principais, entretanto eles são idealizados freqüentemente em arte por razões estéticas. No passado e até mesmo até presente, os pais de um bebê novo consultaram freqüentemente um adivinhador no terceiro dia depois de seu nascimento descobrir, entre outras coisas, a natureza da cabeça interna do bebê e o que deveria ser feita preservar um destino bom ou retificar um ruim. Esta cerimônia é chamada imori (saiba a cabeça) ou waye de ikose (os primeiros passos em terra). Dar boas-vindas o bebê formalmente para o mundo do sustento (Ilé Ayé), busca uma cerimônia de nomeação no sétimo ou nono dia seu nascimento durante o qual sua cabeça é completamente raspada. Até a cerimônia, ao bebê é se dirigido freqüentemente como titun de Omo, ayé de alejò (bebê Novo, um estranho para o mundo físico). Bebês paciente com cabelo nodoso ou ondulado são considerados sagrado e são automaticamente determinado o nome Dàda ou Ekine. Em parte porque é pensado que eles são presentes especiais do orisa e em parte porque são comparados os nós deles/delas de cabelo a conchas de cauri (dinheiro), é pensado que estas crianças atraem riqueza aos pais deles/delas, como indicada no panegírico deste Dàda (oriki): A cabeça de um Dàda não é raspada durante as cerimônias de nomeação porque é acreditado que o cabelo nodoso tem poderes especiais. O cabelo pode ser lavado mas pode não ser penteado. Como notou Marilyn Houlberg, só são se raspadas as “cabeças de crianças de Dàda debaixo de condições de ritual especiais. Pode ser dito que o ato de cabeça-raspar marca a incorporação do já a criança sagrada no mundo do sustento.” Como Dàda, os gêmeos (ibeji) também são considerados sagrado por causa do nascimento incomum deles/delas. As cabeças deles/delas também não são raspadas normalmente durante as cerimônias de nomeação deles/delas, embora é terminado a uma data posterior. Em algumas áreas especialmente entre o Ijebu, de Yorubaland, são pintadas as cabeças de gêmeos com desígnios especiais durante o ritual no que os inicia o culto de gêmeos. Como uma criança masculina envelhece mais, a cabeça é raspada limpe (korodo de fifa de irun) uma vez sobre por mês ou quando parece enorme. Às vezes são raspados a parte de trás e lados da cabeça, enquanto deixando uma tira de cabelo chamada jongori que corre da frente ao occipício. Um remendo de esquerda de cabelo na coroa é chamado osu. Por outro lado, normalmente são permitidas as meninas jovens usar o cabelo deles/delas deseje, entretanto é nodoso ou trançou em desígnios semelhante para esse usado pelas moças e mulheres mais velhas. Penteados idênticos identificam um par, macho ou fêmea, como gêmeos, facilmente. Em geral, pais empreendem manter o cabelo das crianças deles/delas como limpe e decente como possível, porque é eles que será acusado de negligência se o cabelo de uma criança parece desleixado.

Enquanto a maioria dos machos raspar as cabeças deles/delas, são esperadas que fêmeas, jovem e velho, mantenham o cabelo deles/delas muito tempo. A cabeça de uma fêmea inicia ou paciente, porém, pode ser raspado para permitir esfregar substâncias rituais sobre ou ser cortado no couro cabeludo. Caso contrário, uma maioria de mulheres de Yoruba forma o cabelo deles/delas em um sortimento de coroa-como projeta (às vezes adornado com fieira de pérolas coloridas) ambos honrar a cabeça interna deles/delas e de acordo com o provérbio popular Irun l’ewa obinrin (O cabelo acrescenta à beleza de uma mulher). Há três métodos principais de amoldar o cabelo: (um) solto teça (biba de irun), uma divisão casual e temporária e amarrando em pães grandes ou cornrows até o nomear pode ser feito por um profissional; textura (b) apertada (didi de irun), um pregueado detalhado do cabelo em desígnios complicados; e (c) a relativamente recente prática de ligar (kiko de irun), usando uma linha preta para amarrar praias de cabelo em filamentos que são juntados para formar desígnios complicados então.

Exclua por razões profissionais ou rituais, a maioria dos machos raspa a cabeça deles/delas, bigode e queixo até velhice, quando cabelo cinza (ewu) e barba (irugbon) são marcas consideradas de experiência, sabedoria e maturidade, como refletida na declaração popular l’ogbo de Ewu, l’agba de irungbon, l’afojudi de mamu (cabelo Cinza reserva velhice, a barba reserva maturidade, o bigode trai insolência). Porém, certos penteados podem indicar estado social ou poder incomum. Por exemplo, em vez de brincar o jongori comum (a tira de cabelo no meio da cabeça que corre da frente à parte de trás), os príncipes jovens como também as crianças dos ricos podem usar o ààso que consiste em três redondos remendos de cabelo organizado na frente, centro e parte de trás da cabeça. Outra variação do ààso identifica os caçadores poderosos e guerreiros, especialmente o èsó (líderes dos guardas militares). Oluode de ààso chamado, é um remendo de cabelo que cresce em uma mancha no meio da cabeça na qual medicina potente foi infundida para autorizar o corpo fisicamente e espiritualmente. Mais freqüentemente, este remendo de cabelo é trançado em um nó e pode ser feito pendurar abaixo no lado esquerdo da cabeça. Para acomodar o cabelo, alguns caçadores e guerreiros use um longo, bolsa-como boné chamado àdìrò que também é usado para armazenar charmes pequenos. Como resultado, o boné espera o lado esquerdo da cabeça pesadamente, enquanto quase tocando o ombro. Outro penteado masculino estranho, apakan de ifari chamado, deixa a cabeça meio-raspada. Pode identificar um indivíduo como um sócio do clã de Aragberi, uma filial do Aresa casa real do Império de Oyo Velho cujos os líderes eram notáveis para o conhecimento fundo deles/delas de medicina herbária e charmes mágicos).

Tem outro significado importante que será discutido abaixo como bem. Minha cabeça, por favor, luta para mim, meu espírito, por favor lute, lute para mim a cabeça de Meu pai, lute, lute para mim, a cabeça de minha mãe, lute, lute para mim porque as brigas de cabeça do Touraco Azul para o Touraco Azul, a cabeça das Aluko pássaro brigas, oh. . . .Meu Criador, não me esqueça, por favor, é melhor que você luta, oh.

Devido à declaração comum Ori buruku ko gbose; Ayanmo gbogun do (UMA cabeça ruim não pode ser lavada limpe com sabão mágico; destino não pode ser alterado com charmes), a pessoa poderia ser levado a assumir que um indivíduo é supostamente impotente contra o destino nomeado a ele ou o dela antes de nascimento. Ainda uma leitura íntima da noção de Yoruba da cabeça interna revela o contrário. De acordo com um verso de adivinhação, Iwa nikan l’o soro; Ori kan kii buru l’Otu Ife (é caráter que importa; há nenhum de um modo reconhecível cabeça ruim em cidade de Otu-Ife). Um provérbio popular põe isto diferentemente: Eni l’ori rere ti ko n’iwa, iwa l’o ma ba ori re je (Até mesmo se alguém nasce com uma cabeça boa, mas faltas caráter bom, esta falta deteriorará o dele ou a cabeça boa dela). Em outro palavra, desde que todas as cabeças internas fizeram pelo oleiro Ajalamopin divino pareça semelhante e desde que a pessoa é que destino é escondido, é difícil de diferenciar uma cabeça boa de um ruim. Assim a pessoa deveria se esforçar em vida para melhorar o valor da pessoa e caráter. Um provérbio de Yoruba põe isto sucintamente: Owó ara eni l’a fi í tun iwa eni se (está até um indivíduo fazer o melhor do dele ou a existência dela e caráter). Uma mensagem semelhante é evidente na ênfase na cabeça em arte de Yoruba, desde fazer progressos em vida depende, a maior parte, em como bem você utiliza sua cabeça:

Devido à declaração comum Ori buruku ko gbose; Ayanmo gbogun do (UMA cabeça ruim não pode ser lavada limpe com sabão mágico; destino não pode ser alterado com charmes), a pessoa poderia ser levado a assumir que um indivíduo é supostamente impotente contra o destino nomeado a ele ou o dela antes de nascimento. Ainda uma leitura íntima da noção de Yoruba da cabeça interna revela o contrário.

De acordo com um verso de adivinhação, Iwa nikan l’o soro; Ori kan kii buru l’Otu Ife (é caráter que importa; há nenhum de um modo reconhecível cabeça ruim em cidade de Otu-Ife). Um provérbio popular põe isto diferentemente: Eni l’ori rere ti ko n’iwa, iwa l’o ma ba ori re je (Até mesmo se alguém nasce com uma cabeça boa, mas faltas caráter bom, esta falta deteriorará o dele ou a cabeça boa dela). Em outro palavra, desde que todas as cabeças internas fizeram pelo oleiro Ajalamopin divino pareça semelhante e desde que a pessoa é que destino é escondido, é difícil de diferenciar uma cabeça boa de um ruim.

Assim a pessoa deveria se esforçar em vida para melhorar o valor da pessoa e caráter. Um provérbio de Yoruba põe isto sucintamente: Owó ara eni l’a fi í tun iwa eni se (está até um indivíduo fazer o melhor do dele ou a existência dela e caráter). Uma mensagem semelhante é evidente na ênfase na cabeça em arte de Yoruba, desde fazer progressos em vida depende, a maior parte, em como bem você utiliza sua cabeça.

Nos escrito dos versos e poemas que foi deixado por Orunmilá contem os ensinamentos usados no sistema de adivinhação de Ifá, Ori e Orisa e demais temas da religião. Quanto das histórias (Itan) como parte do processo adivinhações estes emparelhamentos estão ligados aos procedimentos ritualísticos específicos, neste caso, é projetado para resolver os problemas do cotidiano. As historias continuação ate hoje proporcionando ensino, moralidade, caráter etc., estas condições esclarecedora foram preservadas e repassadas para o povo Yoruba. Os colonizadores com o passar do tempo foram iniciados no culto de Ifa com isto repassado os conhecimento e encaminhado ao mundo. Nestas condições não é difícil imaginar que parte desta historia e procedimentos ritualísticos foram perdidos. Tampouco não e difícil entender como estas historias puderam ser mudadas e distorcidas, não somente pelo povo do novo mundo, mas também pelos próprios Africanos para sua própria sobrevivência.

Ifa diz. Tudo o que expressa dinâmica e forma

Segundo Ifá, tudo o que expressa dinâmica e forma no Universo está guiado pela consciência a qual se faz referência como Orí. Existem várias definições de Orí que variam segundo o contexto. Uma tradução direta seria o pronome pessoal “ele” ou “ela”, do prefixo Ou, e “percepção”, do sufixo RI. Em términos literais, orí significa “Sua Percepção”.

Em nossa linguagem, orí seria sinônimo de consciência. Desgraçadamente a palavra conscientiza não suporta as associações espirituais que estão expressas na significação yorùbá do término. Por exemplo, acredita-se que o princípio animador de orí é uma Força Espiritual na Natureza. No Ifá, todas as Forças na Natureza se chamam Òrìsà. Isto significa que orí se refere tanto ao princípio organizador da percepção humana, como ao Espírito Orí que anima este princípio. Segundo Ifá, todos os Òrìsà estão dotados com o Espírito do Orí, e todo o Orí vem de uma Fonte comum que se chama Obàtálá (Rei de Pano Branco). Este conceito está em marcado contraste com a visão ocidental do mundo em que a consciência está limitada às memórias da autopercepción humana.

A palavra Òrìsà, como muitas outras palavras yorùbás usadas em um contexto religioso, tem diversas definições segundo o uso. Òrìsà é um apócope do prefixo Ou que se usa em yorubá para converter adjetivos em nomes; RI significa “ocultar algo da vista, ou enterrá-lo”; seja significa ou reunir, ou recolher várias coisas, nos apoiando nesta análise da palavra Òrìsà, que foi proporcionado pelo Adekoye Williams, o significado original sugere o reunir ou recolher Forças escondidas encaixadas em, e formando a Natureza de, todas as coisas em geral e da identidade humana em particular. Sugere além que a Energia Criativa Universal, que é intrínseca em todas as coisas na Criação está fragmentada ou não estruturada até que Orí (Espírito do self interior), Ìpònrí (Espírito do self superior) e àse (Força Vital) estejam em completo alinhamento e união harmoniosa.

O sufixo sha, que é a maneira ocidental comum de escrever a palavra, vem da palavra yorùbá seja que significa “recolher um por um”. Em términos simples, a palavra Òrìsà se refere a um princípio organizador para definir todas as formas de consciência que existem na Criação. Segundo Ifá, os Òrìsà são manifestações de diferentes qualidades de poder dentro do Universo, e cada qualidade de poder tem um elemento de autoconsciencia que se chama orí.

Cada qualidade dos Òrìsà que está identificada pelo Ifá está representada por uma estrofe das escrituras do Ifá chamada Odù. Existem 256 Odù e cada Odù tem ao menos 12 orientações ou qualidades modificadoras. Isto sugere que há ao menos 3072 Òrìsà dentro do contexto da cosmologia Ifá. Entretanto este não é um número definitivo, devido a alguns Òrìsà são identificados como grupamentos do Odù, o que significa que as combinações possíveis do Odù são potencialmente ilimitadas. Nas escrituras do Ifá o número de Òrìsà é identificado geralmente como 201 ou 401. Parece que ambos os números são simbólicos mas bem que literais, e que se referem a princípios esotéricos dentro da doutrina de numerología Ifá.

As histórias no capítulo prévio são todas exemplos de esforços pessoais para desenvolver bom caráter no curso de lutas da vida real. Quando alguém vem a algum awo (Adivinho) com um problema, a experiência de uma pessoa em particular pode ser adicionada ao texto do Odù como um exemplo do modo em que uma questão em particular se move para a resolução. As experiências pessoais que são adicionadas ao corpo da literatura sagrada, fazem das escrituras Ifá um corpo de sabedoria vivente, em crescimento, que está enraizado na idéia da transformação espiritual.

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